Meia Maratona Internacional de Florianópolis: Minha 50ª corrida

Fala pessoal, tudo bem?

O ano tá quase no fim e meu corpo vem dando sinais de que precisa de descanso. Dores musculares intensas e recuperação cada vez mais lenta são alguns dos sintomas de que uma pausa de pelo menos 1 mês é algo a se pensar com carinho. Mas, enquanto as férias não chegam, sigo “aprontando”, e no último final de semana atingi uma marca que me deixou bastante feliz. Completei a minha prova de número 50! Algo inimaginável há 4 anos quando peguei o gosto por esse esporte. E o cenário coincidentemente foi onde corri minha primeira meia maratona, a Internacional de Florianópolis, organizada pela Corre Brasil, que aliás mais uma vez foi impecável, atraindo mais de 5.000 atletas!

Diferente dos outros anos, onde busquei sempre baixar meu tempo, dessa vez o objetivo foi apenas completar a prova. Como comentei em outro post e também no meu Instagram, passei por alguns problemas pessoais que bagunçaram toda a minha rotina e me fizeram engordar 10kg 🙁 Entretanto, dei o meu máximo para chegar bem fisicamente nessa corrida, com treinos de 40km semanais aliados ao funcional, que venho praticando 3 a 4 vezes no mesmo período.

Sendo assim, fui para o grande dia. A largada dos 21km foi às 7h e das demais distâncias às 7h30, e isso foi muito legal, pois a minha namorada competiu nos 5km e deu tempo de alcançá-la pra corrermos juntos os km finais dela. Aliás, tô muito orgulhoso dela! Além de correr pela 5ª vez, ela bateu RP com um tempo de 35min e 48s! Pra quem ainda não a conhece, confere o Blog da Miriz 😉

SENSAÇÕES INVERTIDAS

Normalmente, sofro mais nos km iniciais da prova, até mais ou menos o 6º km, porém, no domingo as pernas começaram a cansar por volta do 12º, mais precisamente uma fadiga da panturrilha, mas creio que os saquinhos de gel de carboidrato e o isotônico servido pela organização na metade do percurso ajudaram a amenizar esse cansaço. O clima também colaborou bastante, não estava nem quente e nem muito frio.

Ainda falando sobre o meu peso, mesmo tentando forçar um tempo mais baixo, meu pace ficou de 5min e  50s a 6min por km, como se corresse com uma bola de boliche amarrada nas pernas kkk. No final, consegui dar aquele sprint e terminei os 21km com um tempo líquido de 2h, 5min e 15s, vibrando bastante com mais uma medalha no peito.

A FALTA DE SENSIBILIDADE DO PODER PÚBLICO

Não entrarei em muitos detalhes, mas ao que me parece, novamente os órgãos públicos continuam sem entender a importância dos eventos esportivos para a cidade. O regulamento da Corre Brasil estipulou o tempo máximo de 3 horas para completar a prova. Mesmo com essa regra, um dia antes a prefeitura determinou que fossem instaurados tempos de corte para não bloquear o trânsito além do horário limite. Os atletas que não tivessem passado de certo ponto até determinada hora, teriam que abandonar a competição, por pena de serem desclassificados. Felizmente, deu tudo certo e os atletas terminaram dentro do tempo, mas particularmente eu achei bastante desagradável, pois demonstra que o poder municipal não faz a mínima ideia de como amenizar os problemas de mobilidade urbana na capital.

Sigo para o último mês do ano ainda incerto sobre a minha última corrida de 2017. Logo que decidir, conto tudo lá nas redes sociais 😉

Um abraço e até o próximo post!

Author colecionadordecorridas

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